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Colégio Nacional da Jovem Advocacia discute mudança no provimento do Marketing Jurídico

Representantes de Alagoas estiveram presentes ao evento e contribuíram para o fortalecimento da advocacia jovem

A presidente Nacional da Jovem Advocacia e presidente do Conselho da Jovem Advocacia de Alagoas, Gabriela Tavares, esteve em Natal-RN, na última semana, participando do Colégio Nacional da Jovem Advocacia, evento que reuniu advogados e advogadas de todo o país, em torno de discussões relevantes para o futuro da profissão. Durante o encontro, foi realizada a construção coletiva de propostas que atendam às necessidades da advocacia em início de carreira.

Uma das pautas aprofundadas no evento foi a atualização do provimento 205/2021 do Conselho Federal, que trata do Marketing Jurídico, ou seja, da produção de conteúdos por advogados e advogadas. O objetivo foi levantar pontos que possam contribuir para a atualização do provimento, para que ele esteja adequado às necessidades atuais. E nada melhor do que ouvir a jovem advocacia a respeito do assunto.  

“Passamos o dia inteiro debatendo sobre o tema e fizemos um estudo de trabalho, uma pesquisa através de um Google Forms, consultando a jovem advocacia sobre várias questões relacionadas à produção de conteúdo”, afirmou Gabriela. 

O presidente em exercício do Conselho Federal da OAB e conselheiro federal por Alagoas, Felipe Sarmento, abriu o evento. Outros quatro conselheiros federais, que integram o grupo de trabalho do CFOAB que está estudando e ouvindo os segmentos da advocacia para elaboração de uma propositura que traga adequações e amadureça o provimento, estiveram presentes durante o encontro em Natal. 

Durante os debates, algumas opiniões foram unanimidade entre os presentes, como a questão da flexibilização para permitir a postagem de resultados por parte da advocacia, como o print de sentenças no Instagram, por exemplo. 

“Essa opinião foi unânime, não teve ninguém que divergiu. Por exemplo, o advogado pode postar a sentença, desde que não mostre a parte, não mostre o número do processo e que comprove que não foi feita por inteligência artificial, mas desde que o resultado possa ser mostrado. A gente também discutiu o conceito e a flexibilização do conceito de ostentação”, explica Gabriela. 

A proposta foi colocada no papel e entregue ao grupo de trabalho como uma importante contribuição da jovem advocacia. Além da reavaliação do Provimento 205/2021, outros temas centrais também foram discutidos, como a campanha nacional de valorização da jovem advocacia e o enfrentamento ao aviltamento de honorários.

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